5ª Jornada Mineira do Patrimônio Cultural 2015.
Palestra: Técnicas Construtivas
de Imaginárias e Instrumento de Proteção
Nos dias 17 e 18 de setembro, foi
realizado na Igreja do Rosário e Mercês de São Gonçalo do Rio Abaixo a 5ª
Jornada Mineira do Patrimônio Cultural 2015. O evento contou com palestras sobre
Técnicas Construtivas de Imaginárias e Instrumentos de Proteção. No primeiro
dia, o palestrante João Vitor Dias classificou os diferentes tipos de materiais
construtivos de imagens (imagem em madeira, barro, pedra sabão, pedra talco,
granito, fibra, resina, gesso, louça, metal, papel, biscuit e vidro etc.)
também foram repassados os estilos de imagens (devoção, piedade ascensão, veneração).
Houve também a participação da Turismóloga Jussimere de Souza que relatou um
pouco sobre a história das padroeiras: Nossa Senhora do Rosário e Nossa Senhora
das Mercês
Segundo a palestra proferida pela turismóloga Jussimere de
Souza:
“O Culto a Nossa Senhora do Rosário surgiu na Idade Média
que passava por grandes períodos de guerras e muitas tribulações, então a
Virgem Maria apareceu para São Domingos de Gusmão e indicou-lhe o Rosário como potente arma para a conversão. Já a invocação a Nossa Senhora das Mercês surgiu no século XIII quando
os maometanos dominavam parte da Península Ibérica e faziam incursões às
terras, praias da França e Itália e nos mares, assaltavam as embarcações e
levavam homens, mulheres e crianças e submetiam a trabalhos forçados e a dura
escravidão, da qual só podiam se livrar, renunciando a fé católica e se submetendo
as doutrinas e costumes dos muçulmanos, diante de tanto sofrer essas pessoas
terminava por fazer a troca e adotava os costumes de Maomé.
“Conta a história, que uma noite Nossa Senhora apareceu em sonhos a três pessoas diferentes e convidou-os a fundar uma ordem que se ocupasse de proteger os cristãos escravos”.
Já no segundo dia os participantes
aprenderam sobre como fazer uma ficha de inventário de imagens. O inventário é
um instrumento destinado a se conhecer e proteger o patrimônio cultural.
Consiste na identificação e registro levantamento das características por meio
de pesquisas e particularidades de um determinado bem, adotando-se para sua
execução critérios técnicos, objetivos e fundamentados na natureza, histórica,
artística, arquitetônica, entre outros.












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